Mais um Dia dos Namorados, um dia de S. Valentim, um dia dos encalhados, mais uma oportunidade para nos afundarmos em atitudes consumistas e invadirmos os shoppings, as lojas, as perfumarias, as livrarias, no intuito de agradar a cara-metade. É um sem fim de propostas de fins-de-semana a dois, de jantares românticos, postais com coraçõezinhos, canecas com ursinhos e uma panóplia de artigos alusivos à época.
E eu pergunto-me se o amor é feito de dias, se deve ser celebrado num único, se deve ser demonstrado por uma mera troca fútil de presentes, de dádivas consumistas?
A celebração de um dia dos namorados é inútil, é fútil, é estúpida. Por que não demonstrar esse amor, todos os dias, de acordar e dizer “Amo-te”?
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