Hoje fiz uma chamada e, momentaneamente, fiquei desorientado sem saber porque a tinha feito e com quem devia falar.
Vou morrer jovem.
Hoje fiz uma chamada e, momentaneamente, fiquei desorientado sem saber porque a tinha feito e com quem devia falar.
Vou morrer jovem.

«Um homem de 83 anos matou, anteontem, o genro a tiro de caçadeira, após uma discussão por causa de abóboras, no Alto da Guerra, Setúbal. (…) Leonel Reis, 61 anos, começou cedo a trabalhar na terra. Enquanto cavava, lançava ameaças aos sogros, conta a sogra Leonor Pereira. “Hoje é que vai ser, hoje é que vocês vão ver”, terá dito. (…) A discussão agravou-se quando o sogro, Manuel Maria, o apanhou a arrancar as abóboras que ele plantara. (…) Três horas depois, Manuel Maria estava incapaz de ouvir mais ameaças. Foi a casa buscar a caçadeira e descarregou a sua fúria duas vezes. Leonel Pereira caiu no chão sem vida e o condutor de um ciclomotor que circulava na EN10 foi atingido com estilhaços de chumbo.»
in 24Horas
Fumar mata. Ser atropelado por um camião em sentido contrário mata. Plantar abóboras, pelos vistos, também mata. O Estado Português devia aumentar os subsídios dos agriculturoes, visto que é uma profissão de risco. E a plantação de abóboras devia exigir um seguro de vida. Acima de tudo, todos os portugueses deviam ter o chamado Seguro Contra Os Agricultores das Abóboras, porque em redor desses campos andam balas perdidas. Há quem diga que os senhores ameaçam as abóboras com caçadeiras, de forma a obrigá-las a crescer. Isto evita o abuso de produtos químicos. O pior são os metais pesados, como o chumbo (Pb). O Estado vai implementar o uso de balas de borracha. Desta forma, poupa-se o Ambiente.