Monthly Archives: Julho 2006

Warning Sign


Come on in
I’ve gotta tell you what a state I’m in
I’ve gotta tell you in my loudest tones
I started looking for a warning sign
When the truth is, I miss you
Yeah the truth is, that I miss you, so

.Coldplay.Warning Sign.

Old Memories


Estamos na era da música digital e dos iPod, mas ainda me lembro do meu primeiro meio portátil de ouvir música: era o Walkman, o “pai” do iPod.
Foi o gadget que mudou o mundo: reproduziu triliões de êxitos, alterou a forma de ouvirmos música e salvou o meu eu infantil e pré-adolescente de aturar as conversas chatas dos pais.
Era isso que eu segurava invejosamente entre os dedos, por volta dos 8 anos. Nascia dentro de mim aquilo que se transformaria numa obsessão longa e ligeiramente embaraçosa com a música. E ali estava um meio que me permitia ouvi-la 24 horas por dia.
Um escape para a mundanidade.
O Walkman tornou-se rapidamente um fenómeno. E tal como acontece actualmente com o iPod, não era apenas um “produto”, mas parte de uma cultura. Os médicos apressaram-se a fazer avisos sobre a possibilidade de toda um geração ensurdecer (parece que estavam errados). O iPod levou o conceito de “auscultadores como meio de promoção” um passo adiante, com os pequenos e desejáveis auriculares brancos.
Contudo, o iPod nunca será tão icónico como o Walkman, apesar de a palavra “iPod” ser utilizada como designação genérica para todos os leitores de MP3. “Walkman”, por outro lado, tornou-se a expressão genérica para designar todos os modelos de leitores de cassete, mesmo os da concorrência. Os miúdos (inclusive eu) chamavam Walkman ao leitor de cassetes, mesmo que não fosse um Sony.
Ao longo dos anos foram surgindo os Discman e recentemente, com a generalização dos PC’s domésticos, surgiram os leitores de MP3.
O Walkman foi destronado. Mas ainda há esperança, os telemóveis Walkman, fruto da ligação entre a Sony e a Ericsson, provocaram um renovado interesse na marca.
O Walkman fez parte do nosso passado.
Talvez venha a fazer parte do nosso futuro!

Boom Festival

Boom Festival 06
Se eu fosse rico…

"World, hold on
Instead of messing with our future, open up inside
World, hold on
Wonder you will have to answer to the children of the sky"


Conversas de burkas

Conversas sem sentido…para variar! Algumas partes foram cortadas devido ao seu conteúdo impressionável…

– “Sabias que segundo estudos há 5 mulheres no mundo para cada homem […]” ?

– “Epah, então onde é que está a minha parte? Onde é que estão as 5 mulheres que me pertencem por direito?”

– “‘Tão’ todas na Arábia, escondidas pela burka!”

Fiquei a pensar nisto. Não acreditei. No entanto, por via das dúvidas, marquei um voo para o Líbano já esta semana…Pode ser que no meio dos bombardeamentos encontre alguma mulher perdida!
Se não encontrar as minhas 5 mulheres, vou fazer uma reclamação por escrito aos autores deste estudo!
“Ó faxavor! Era o livrinho de reclamações…”

Portem-se bem!

Green eyes

That green eyes
Yeah the spotlight shines upon you
And how could anybody deny you
I came here with a load
And it feels so much lighter
Now I met you
And honey you should know
That I could never go on without you
Green eyes


@ Coldplay – Green eyes

Epah! Um castor? Querem-me dizer alguma coisa?

You Were a Beaver

You are able to get things done, through persistence and innovation.
Success and productivity are what make you happy in life.

Depois de fazer este teste, cheguei à conclusão que no passado fui um CASTOR (?!)…Um castor? Querem dizer que eu tenho uns dentes grandes? Que gosto de roer a corda? Vejam lá o que dizem de mim…Um castor, opah! Como diria a JMika: “Txxxeee!”

“Pergunto-me o que possuo verdadeiramente. Pergunto-me o que subsistirá de mim depois da morte. A nossa vida é breve como um incêndio. Chamas que o transeunte esquece, cinzas que o vento dispersa: um homem viveu.”
@ Omar Khayyam

Planisfério Pessoal

“O que eu sinto é a leveza espiritual de não estar preso nem ao terror da vida nem ao terror da morte. Sou um espectador das religiosidades alheias, um homem livre de qualquer religião, livre de aproveitar cada dia como se fosse o último, de dar atenção a cada momento como se nele se cristalizassem todos os momentos da eternidade, de viver cada minuto com a intensidade e a concentração de quem não deve nada, nem espera nada, em troca.”

@ Planisfério Pessoal – Gonçalo Cadilhe

Qual a Melhor Legenda?

Digam que legenda poriam nesta foto! A melhor será escolhida e colocada num futuro post!
Divirtam-se e sejam imaginativos!

Love Show

“You don’t know
Somebody’s aching. Keeping it all in
Somebody won’t let go of his heart but the truth is
It’s painless
Letting your love show”
@ Skye.Love Show

"Manipula mentes"

Help, I have done it again
I have been here many times before
I Hurt myself again today
And, the worst part is there’s no-one else to blame

Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I’m needy
Warm me up
And breathe me

Ouch I have lost myself again
Lost myself and I am nowhere to be found,
Yeah I think that I might break
Lost myself again and I feel unsafe

Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I’m needy
Warm me up
And breathe me

Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
I’m needy
Warm me up

And breathe me

@ Sia – Breathe me

Como diria a minha amiga J.Ferrão: “Esta música manipula mentes!”

Quero deixar aqui o meu carinho para todos os avós que por esse país fora se encontram sozinhos, sem os filhos ou netos que possam amenizar um pouco a sua solidão.

Chiuf, chiuf…Estas coisas emocionam-me sempre…=p

Never let you go

Heavy clouds but no rain
And every move only causes pain
Ready kiss, but no love
I feel I’m torn in half
Ardent look, but no heat
It’s not what you really need
Baby, now it’s happening with us
We are dancing on broken glass
Can’t stand no more –

Never, ever let you go
You are the one I’m searching for
Flesh of my flesh, bone of my bone
Love’s carving it in the stone
Never, ever let you go
Return the days we had before
Soul of my soul, blood of my blood
Love’s carving it in my heart

Gentle words but no aim
It seems we’re playing a game
Easy smile, but no fun
Sweet music for no one
Close embrace, but no more
Cold Champagne we forgot to pour
Baby now it’s happening with us
We are dancing on broken glass
Can’t stand no more.

@ Dima Bilan

Despedidas…

Ontem reparei (durante uma conversa ao telefone) que nós nos despedimos sempre da mesma maneira…É uma coisa absurda! Mas não consigo fazê-lo sem utilizar a expressão “Então vá…”. E porque é que repetimos tanta vez os ‘beijinhos’ e as mesmas coisas?

Exemplo de uma despedida (01:17 AM):
“Então vá…Bjnhs…xau, té manhã..bjnhs bjnhs xau! boa nte. bjnhs. dorme bem. xau. té manhã. bjnhs. vá xau. dorme bem. té manhã. xau. bjnhs bjnhs.” (Comprovado ontem à noite!)

Cada coisa…

Mas ‘qué’ isto? Meu Deus! Isto é vosso? Essa coisa morena e bronzeada em cima de umas almofadas castanhas e peludas, do formato dos botões da PSP, que ‘tá’ aí. Alguém perdeu alguma coisa neste blog? É que isto não estava aqui antes!A senhora tem o…o coiso…o rabo à mostra e ‘tá’ numas poses estranhas! A senhora desculpe, mas não se importa de se tapar um bocadinho mais? É que eu quero ir à sala e a senhora é intimidante. Aih que eu ‘tou’ com falta de ar! Aih! Alguém abre uma janela por favor?
É assim, é melhor ir-se embora que o seu marido vêm aí e a senhora ‘tá’ a praticar “o adultério”…
É que para ver coisas, assim dessas, e coisa, redondas e, e… e assim metidas e saídas e à mostra e cenas assim, fico no meu quarto que a minha mãe não me deixa ver coisas dessas. Por favor! Aih que eu tou com a boca seca! A senhora importa-se de se virar? É que me está a confundir!

Coisas de marketing

Estes vídeos são alguns dos muitos anúncios de empresas que ganharam o prémio EPICA 2005. Seleccionei os que considerei mais interessantes.
Um anúncio publicitário pode nos dizer muito…

AIDES AIDS AWARENESS “VIBRATORS”

METRO DE MADRID “TRANSPARENT”

GUINNESS “NOITULOVE” (EVOLUTION)

SONY BRAVIA LCD TELEVISIONS “BALLS”

IKEA “WATCH YOUR STEP”

DUREX LUBRICANT GEL “THE OTHER SIDE”

DASSAULT SYSTEMES “THE MEETING”

EU ADORO PUBLICIDADE!
Acreditem…

‘As coisas que eles inventam’

Quem tiver MSN, adicione o seguinte endereço:
encarta@conversagent.com

Com isto estaremos a abrir a porta a um chat com a Enciclopédia Encarta, que nos responderá online a várias perguntas.
Logo que falem, ele vai pedir para seleccionarem a Enciclopédia que pretendem. Eu escolhi a do Reino Unido (UK).

O mais incrível é que além de ele nos responder imediatamente a perguntas do tipo:
– What is the population of Portugal?
– I want to see the biography of Leonardo da Vinci.
– What is a cello?
– x^2+2x=3
– What is the size of Canada?
– Where was Abraham Lincoln born?
– How many calories are there in an orange?
etc…

Também responde a outro tipo de perguntas…
Eu perguntei-lhe que idade tinha (How old are you?) e ele respondeu “I’m one year, one month, 3 days, 9 hours, 32 minutes and 27 seconds old!”
E quando eu lhe disse: “I don’t like you!”, ele respondeu: “I don’t get it. You were just being nice to me!”
E por fim quando eu, absolutamente incrédulo, disse “Go away!”, ele respondeu: “Take care, Ti@guh . Always good chatting with you.”

Absolutamente incrível! Experimentem…

Carta violeta

“Entraram no quarto, despiram-se e o que estava escrito que aconteceria, aconteceu enfim, e outra vez e outra ainda. Ele adormeceu. Ela não. Então ela, a morte, levantou-se, abriu a bolsa que tinha deixado na sala e retirou a carta cor de violeta. Olhou em redor como se estivesse À procura de um lugar onde a pudesse deixar. Sobre o piano, metida entre as cordas do violoncelo, ou então no próprio quarto, debaixo da almofada em que a cabeça do homem descansava. Não o fez. Saiu para a cozinha, acendeu um fósforo, um fósforo humilde, ela que poderia desfazer o papel com o olhar, reduzi-lo a uma impalpável poeira, ela que poderia pegar-lhe fogo só com o contacto dos dedos, e era um simples fósforo, o fósforo comum, o fósforo de todos os dias, que fazia arder a carta da morte, essa que só a morte podia destruir. Não ficaram cinzas. A morte voltou para a cama, abraçou-se ao homem e, sem compreender o que lhe estava a suceder, ela que nunca dormia, sentiu que o sono lhe fazia descair suavemente as pálpebras. No dia seguinte ninguém morreu.”
@ As Intermitências da Morte – José Saramago

Ainda há pessoas ‘abelhudas’

Conversas de irmãos:

Este come duas torradas, sentado na poltrona e com a televisão ligada. Chega o Outro.

O Outro: Olha aquele que adora torradas…

Este: [Apercebeu-se que o Outro andou a ler o blog]

O Outro: Ouvi dizer que tens andado muito mal…

Este: [Silêncio]

O Outro: Então estás melhor?

Este: Eu estou sempre bem… [Dito num tom seco e seguido de um súbito desprezo.]

[Ouve-se um risinho irónico por parte do Outro.]
Fim da conversação. Cai o pano.

Pois é! Afinal ainda há pessoas intrometidas. Não critico isso. O blog é publicado para que todos o leiam. No entanto, quando o lerem, guardem os pensamentos para vocês. Às vezes falam sem conhecimento de tudo. Não conhecem os intervenienteS. Não sabem a veracidade do que está escrito. Não sabem que certas coisas aconteceram há muito mais tempo do que parece (Há um ano, tá?) Estou farto de bocas foleiras! Gosto poucos de brincadeiras de pessoas que não conhecem o assunto! Gosto pouco que brinquem…

O PEIXE MORRE PELA BOCA! Já disse isso aqui e continuo a dizer: GET A LIFE!

Pensamento íntimo: Querias privacidade? Não fizesses um blog…