Inércia – 2

O referendo à despenalização da IVG até às dez semanas é colocar na mão dos portugueses a responsabilidade da decisão que um Governo, de maioria absoluta, não quis assumir.

Como se estivesse obcecado por Belém, Pedro Santana Lopes não perde uma oportunidade de dar a sua ferroada em Cavaco Silva. Desta vez, defende que o Presidente da República deve revelar o seu voto no referendo sobre a Interrupção Voluntária da Gravidez, que se realiza no próxima dia 11 de Fevereiro. Santana não explica porquê, apenas diz que “seria bom saber-se como vota”. Também seria bom saber-se como vota Santana. E o melhor mesmo era que as eleições fossem de braço no ar.

O grave – e o ridículo – de Manuel Pinho, não foi invocar, na China, os “baixos custos salariais”, em Portugal, comparados com a média da UE. O grave foi gabar-se disso… E o ridículo foi pretender enganar os chineses: nessa matéria, os novos países aderentes à Europa batem-nos aos pontos.

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