Ode à Torre

Bastou uma simples noite em frente a ti para que visses toda a nossa cumplicidade e química. Limitaste-te a ouvir todas as não-promessas, pois sabias que não podíamos dar mais do que demos. Sabes que a esperança é ilusória e que tudo dura o tempo que tem de ser.

Tocas às cinco da manhã, as tuas badaladas e aquele som característico teu. «Espero que uma coincidência te traga de volta», ouves tu. E vês um beijo.

Nunca mais te voltei a ver, Torre.

Torre do Relógio, Figueira da Foz. 18 Agosto 2007

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Comentários

  • Rita  On Agosto 29, 2007 at 14:11

    Estás ainda tão vulnerável a esses pensamentos 🙂
    Desfruta desses momentos! ^^

    Gostei muito do texto…

    bjnhu**

  • Tigui  On Agosto 29, 2007 at 17:57

    Não muito já. Foi apenas uma ode à resignação, à lembrança boa, à memória. Nada mais.

    Obrigada, Rita.

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