My Lovely Mirror

O que é nosso tem vindo a crescer e poucos sabem do alcance do que surgiu, mas quem sabe fica maravilhado e fascinado. Houve quem ficasse embevecido, de lágrima no canto do olho pelo que vivemos. E é bonito, sabes? É bonito demais, até eu me emociono.

E eu sou assim, espontâneo… Faço daquelas coisas. Gritar em plena avenida é uma delas, cantar ao telemóvel é outra. Porque o coração está plenamente cheio.

Asas servem para voar
para sonhar ou para planar
Visitar, espreitar, espiar
Mil casas do ar.
As asas não se vão cortar
Asas são para combater
Num lugar infinito, no vácuo
para respirar o ar.
As asas são
para proteger, te pintar
Não te esquecer
Visitar-te, olhar-te, espreitar-te
bem alto do ar.
E só quando quiseres pousar
da paixao que te roer
É um amor que vês nascer
sem prazo, idade de acabar
Não há leis para te prender
aconteça o que acontecer.

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Comentários

  • Anusca  On Setembro 15, 2007 at 20:24

    Continuo a achar que fui cair no meio do elenco de uma novela… Se os nossos diálogos já se assemelhavam a romances mesmo antes de estarmos juntos, agora parece que estou a viver qualquer peça escrita por alguém que acredita mesmo no amor…

    Porque ninguém grita “amo-te” numa avenida do Porto, porque ninguém canta ao telemóvel… Mas tu fazes isso tudo, e fazes por mim… E eu continuo sem acreditar no que estou a viver, no que estou a sentir…

    Amo-te… tanto…

  • Mikas  On Setembro 15, 2007 at 23:47

    L’amour 🙂 continuem

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