Category Archives: Pessoal

Gosto um bocadinho mais assim.

Eu juro

que fico com vergonha ao ver esta idolatria toda a um homem.

E está tudo dito.

Se não conseguir ir os 3 dias, vou descabelar-me todo

Eu juro, mas juro assim mesmo a pés bem juntinhos

Que me dou por feliz por já ser grande e crescido. A cabecinha pode ser a mesma tolice de sempre, mas pelo menos não sou adolescente. Ai que bom.

Julianne Moore <3

Vocês querem lá ver

que estou a deixar esta merda ao abandono outra vez?

O Activismo

Passo a passo vou mudando. Não é fácil porque tenho ideias muito fixas e tenho o complexo de vilão, que gosta de ser do contra. E esta questão do activismo ou o senso comum do ajudar o próximo sempre me fez confusão, porque não vejo os outros a fazerem o mesmo por mim. Não sou uma pessoa rude nem quer dizer que não me identifique com algumas acções, mas sou diletante demais para participar nelas, sou comodista demais.

O activismo, na verdade, não implica uma afiliação a um partido ou uma ONG ou uma associação. Implica talvez apenas não adoptar uma atitude passiva e de cada um por si e tentar ser mais activo de vez em quando. Isto porque se sei que sou uma pessoa bastante preocupada socialmente e tolerante (muito até), sei que não o demonstro. Preocupo-me com a economia do país, preocupo-me com a política, preocupo-me com os desfavorecidos socialmente, preocupo-me com a discriminação social, racial, sexual. Preocupo-me mas não o demonstro e sei que isso pode ser encarado como uma atitude contrária, arrogante, racista, homofóbica. E eu sei que não sou nada disso.

E se existem pessoas que não agem por si mesmas, por medo e pudor, porque não ajo eu a favor delas, por elas? Porque não ajo eu para que os meus filhos possam viver numa sociedade melhor, mais tolerante? Porque não ajo eu por mim e pelos meus interesses?

Vou começar a agir.

Ainda bem que voltaste!

Há uns anos atrás

talvez uns dois ou três, escrevi um post neste blogue que intitulei como qualquer coisa do género “para bichas, gays e afins“. Embora a ideia de todo não fosse criar um comentário homofóbico, porque se referia a uma questão muito particular, na verdade acabei por generalizar e criar uma má interpretação por parte de quem o lia e acabava por se sentir ofendido.

Na verdade, relendo-o há umas semanas atrás, consegui eu mesmo encontrar frases e aspectos que achava homofóbicos ou pouco informados. Na altura recebi imensos comentários a acusarem-me de ser múltiplas e variadas coisas. Há umas semanas atrás apaguei-o. Porque existem mudanças por aqui. Um dia conto-vos uma história.

Eu juro, eu juro

que ainda vou fazer a puta de um vídeo a dissertar porque razão acho as malas da Gola a coisa mais bimba que existe. Se fosse primeiro-ministro mandaba abolir aquela merda. À la katyizinha6. Bamos fazer um bídeo sobre malas da Gola.

Quero muito voltar aqui.

Dúvida badalhaco-linguística

Vocês são malta da Beita ou da Meita?

Eu confesso… (21)

Porque é que só as músicas pop dos anos 90 é que me ficam na cabeça? In your head, in your head, Zombie, zombie, zombie, Hey, hey, hey. What’s in your head, In your head, Zombie, zombie, zombie? Hey, hey, hey, hey, oh, oh, oh, Oh, oh, oh, oh, hey, oh, ya, ya-a…

Estou p’ra ver…

… se quando começar a colocar fotos dos gajos do meu <3, a malta continua a achar assim tanta piada.

A (in)constância

O meu regresso a este espaço é como a vida. Inconstante. E se tem dias em que me apetece vir para aqui escrever e colocar tudo o que me apetece, acho giro, (in)oportuno, tem outros dias em que há qualquer coisa que me repele daqui. É efectivamente como a vida. Tão depressa nos sentimos com vontade de a aproveitar ao máximo, como há qualquer coisa que nos faz repelir a vida.

Tanto o blogue como a vida são inconstantes. E enquanto eu também o for, há-de vir sempre o dia em que voltarei a este espaço, mudarei o template e escreverei qualquer coisa. Porque também eu sou inconstante. Como a vida.

Grande LOL

Às vezes também me apetece ressabiar.

Li esta merda há uns anos e gostei, não só por dizer palavrões.

«O amor é fodido. Hei-de acreditar sempre nisto. Onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo, por ser fodido. (…) Por que é que fodemos o amor? Porque não resistimos. É do mal que nos faz. Parece estar mesmo a pedir. De resto, ninguém suporta viver num amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. Tem de haver escombros.  Tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. Um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo. O amor é fodido e eu gostei de fodê-lo contigo.»

O Momento da Verdade

Se O Momento da Verdade fosse aqui e agora, havia muito por onde pegar. E se estivesse numa de dizer a verdade – parece que agora ando mesmo numa dessas – havia muito mesmo por onde chocar as pessoas. Mas também havia mesmo muito por onde ganhar bom dinheiro e dar a ganhar audiências ao canal televisivo. Acreditem que sim. E não seriam coisas do género “Ai coitadinho de mim, que comecei a namorar aos 22 anos…”. Porque, bem… não foi bem assim.

Mas a sério, era uma história gira de se contar e de se ouvir, com muitos “aaah” à mistura, uns “uh” de incredulidade de vez em quando e uns “eeeh” de choque no fim. Teresa Guilherme, onde estás? Preciso de uns trocos.

I’m scared of lonely.

.