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Hoje é dia de Kick-Ass!

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Nenhum documento revela a nossa identidade. Cortem-se, pois, os cartões. O dinheiro alimenta, acima de tudo, o estatuto, a aparência, o lado superficial das coisas. Queimem-se as notas. Careers are a 20th century invention e a sociedade é uma relação de convenções. Anti-naturais, cada vez mais. Sociedade, sociedade, sociedade: pais, hipócritas, políticos, cretinos, arrogantes… Onde está a liberdade autêntica, a verdade da nossa existência? É por partir em busca dessa verdade que Christopher McCandless abandona toda uma vida em sociedade. No phone, no pool, no pets, no cigarettes. Assume-se um extremista. An aesthetic voyager whose home is the road.
Empreender uma aventura como a de Christopher McCandless, com tão elevado grau de consciência e de convicção, demonstra excepcional cultura e profundo idealismo. The climactic battle to kill the false being within and victoriously conclude the spiritual pilgrimage. Mas possuir um saber não é possuir, necessariamente, sabedoria. Sabedoria e ser extremista são opostos absolutos. E a viagem solitária rumo à vivência primitiva, nos confins do mundo e da natureza, ensinar-lhe-á isso muito bem…

Happiness only real when shared.
Christopher Johnson McCandless
Agosto, 1992

(Revolutionary Road)

Frank Wheeler: No! Wrong! You’re not crazy, and you do love me. That’s the point, April.

April Wheeler: But I don’t. I hate you. You were just some boy who made me laugh at a party once, and now I loathe the sight of you. In fact, if you come any closer, if you touch me or anything, I think I’ll scream.

Frank Wheeler: Oh, come on, stop this April. [He touches her for an instant and she screams at the top of her lungs before walking away. He chases after her]  Fuck you, April! Fuck you and all your hateful, goddamn – [He breaks a chair against a wall]

April Wheeler: What are you going to do now? Are you going to hit me? To show me how much you love me?

Frank Wheeler: Don’t worry, I can’t be bothered! You’re not worth the trouble it would take to hit you! You’re not worth the powder it would take to blow you up. You are an empty, empty, hollow shell of a woman. I mean, what the hell are you doing in my house if you hate me so much? Why the hell are you married to me? What the hell are you doing carrying my child? I mean, why didn’t you just get rid of it when you had the chance? Because listen to me, listen to me, I got news for you – I wish to God that you had!

Coraline

Sombrio, inteligente e divertido.

://Leia a crítica de Coraline e a Porta Secreta, versão portuguesa, 3D Digital, no blogue Split Screen.

Meet the Spartans

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Um spoof movie que permite soltar algumas gargalhadas. Mas com gags completamente despropositados e sem piada.

Doubt

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Sobretudo um filme de actores. E grandes actores.

Vicky Cristina Barcelona

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Um argumento pitoresco do génio Woody Allen e repleto de boas interpretações.

Watchmen

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Nunca fui fã de comics, nem de super-heróis. As únicas bandas desenhadas que lia eram as infantis da Disney, com muito Tio Patinhas e Pato Donald à mistura. Adaptações de banda-desenhada para o cinema nunca segui e contam-se provavelmente pelos dedos de uma mão a quantidade  que vi. Recordo-me, assim de repente, de Fantastic Four, Homem-Aranha e mais recentemente O Cavaleiro das Trevas.

Watchmen é uma das BD mais elogiadas de sempre e há anos que os fãs clamavam por uma versão cinematográfica, mas tem sido dado a conhecer nos media mais pelo parecer dos tribunais acerca do caso de luta de copyright entre a Fox e a Warner Bros. Ontem, quando fui ao cinema, vi um trailer do filme, que apesar de me ter cruzado com ele na web,  nunca tinha tido a curiosidade de o ver. O trailer que se segue é uma pequena obra-prima. Excelentes efeitos visuais, óptima banda sonora, pouco conta. Brilhante. Ora vejam:

Revolutionary Road

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Um intenso drama suburbano, com excelentes interpretações.

(Leia a crítica AQUI)

Manhattan & Woody Allen

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O classicismo e o glamour do cinema fascinam-me. Sinto-me tentado a adquirir, via AmazonUK, o poster do filme Manhattan (1979), de Woody Allen e que conta nos papéis principais com ele próprio e Meryl Streep.

Son of Rambow

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Um verdadeiro tributo aos 80’s e ao VHS.

Slumdog Millionaire

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Claramente o filme indie do ano.

(Leia a crítica AQUI)

Unbreakable

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E continuo fã de M. Nigh Shyamalan…

Cashback

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Time flies, but the good news is that you’re the pilot.

Cloverfield

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Não é assim tão bom como diziam…

Nome de Código: Cloverfield, por Tiago Ramos

I love you, but not today.

– Do you love me?

– Not today.

Quote do filme Prestige.

“Lázaro, levanta-te e anda”

Inesquecível, a cena da praia em “Pai”, do grande realizador Artur Ramadas.

Pena que poucos o conheçam! 😦